Motocross Nitro

Cuidado, o Motocross Nitro vai trazer ao de cima o demónio que escondes. Personaliza a tua mora para melhor se adequar a cada terreno. Desafia os teus adversários nos modos de sprint, corrida e freestyle, onde poderás mostrar os teus melhores truques e cruzar a linha da meta à frente do pelotão..

Assault Course 2

O Assault Course está de volta para assegurar que estás pronto para tudo. Nesta sequela tens de provar que aguentas com tudo o se te depara. Escala muros, salta bem alto, evita arame farpado e explosivos. O Assault Course 2 está a falar a sério ao dizer que quer ensinar-te estes movimentos básicos..

Tank Blitz Zero

Salta para o teu tanque e atravessa linhas inimigas usando o teu canhão, bombas e a tua metralhadora.

critical strike portable

Você é um sniper e precisa fazer de tudo para sobreviver nesta guerra de vida ou morte. Tenha as suas armas completamente carregadas e esteja preparado como todo bom atirador. Mas tenha muito cuidado porque você pode ser morto facilmente. O jogo funciona com Unity 3D e pode ser jogado com 2 jogadores..

Toda Poesia – Paulo Leminski

Ao conciliar a rigidez da construção formal e o mais genuíno coloquialismo, o autor praticou ao longo de sua vida um jogo de gato e rato com leitores e críticos.

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sábado, 9 de novembro de 2013

Black Friday acontecerá dia 29 novembro

Black Friday terá código de ética contra promoção 'metade do dobro'



Depois das críticas de consumidores na Black Friday de 2012, a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (Camara-e.net) criou um código de ética para incentivar as lojas do comércio eletrônico a adotar boas práticas na edição deste ano do evento -uma tradição do comércio americano importada pelo Brasil e que oferece produtos e serviços descontos.

Na prática, os sites que aderirem ao código mostram que se comprometem a fazer um Black Friday "decente, com informações corretas, claras e precisas sobre as promoções", diz Pedro Eugenio, presidente-executivo do Busca Descontos, que trouxe o evento para o Brasil e que idealizou o código.

No ano passado, muitos consumidores reclamaram da "maquiagem de preços" realizada por alguns participantes: dias antes do evento aumentavam os preços dos produtos para reduzi-lo na Black Friday.

Assim, a redução observada no preço do produtos era apenas uma ilusão de desconto, já que o valor havia sido elevado dias antes.

Segundo Eugenio, houve 8.000 queixas no site Reclame Aqui, em 2012, referente às condutas das empresas.

Ludovino Lopes, presidente da Camara-e.net, diz que a empresa interessada em aderir ao código deverá preencher um formulário e passar pela avaliação do conselho, que vai decidir se aceitará ou não sua adesão.

"O conselho vai analisar se a empresa segue as normas atuais do comércio eletrônico e seu histórico de reclamações", diz Lopes. Até ontem, o presidente estima que mais de 20 empresas já tivessem preenchido o formulário.

Se a empresa for aprovada, poderá usar o "Selo Black Friday Seguro" (que identifica a adesão ao código). Lopes ressalta que, embora seja uma adesão voluntária, o selo vai mostrar o comprometimento da loja de atuar de forma transparente.

"É uma forma de separar as empresas boas das ruins."

Caso a empresa não siga o texto, poderá sofrer suspensão temporária ou definitiva do evento e cassação do direito de utilização do selo.

4ª EDIÇÃO
A Black Friday acontecerá na sexta-feira, dia 29, e terá com duração de 24 horas. Eugenio espera a participação de, ao menos, 120 empresas no site oficial do evento, entre elas Marisa, Sony, Netshoes, Hering, Colombo, Centauro, Walmart, Colcci e TAM.

"As empresas que representam 80% do faturamento do e-commerce participarão."

O site oficial (blackfriday.com.br) reúne as ofertas dos sites participantes, separando os itens por categoria.

Ao escolher e clicar no item que deseja, o consumidor é direcionado para o site da empresa, onde fará o pagamento do produto. Assim, as formas e as condições de pagamento dependem do site que está comercializando o produto.

Neste ano, espera-se que o faturamento de todo o comércio eletrônico na Black Friday seja de R$ 340 milhões.

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

TVs com resolução 4K já estão à venda no Brasil, mas ainda não valem a pena




A resolução 4K recebe esse nome por tratar-se de um arredondamento do número de pixels do painel: 3.840 pixels x 2.160 pixels. É como se quatro TVs Full HD, que têm resolução de 1.920 pixels x 1.080 pixels, formassem juntas um único aparelho.

O maior benefício propalado pelos fabricantes é que as imagens ficam mais definidas e ganham riqueza de detalhes. O preço disso, porém, ainda é alto. Bem alto.

O modelo mais barato disponível no Brasil, o de 55 polegadas da Sony, sai por R$ 13 mil. E os valores podem chegar a R$ 100 mil (tela de 85 polegadas da Samsung).
Antes de fazer um investimento do tipo, vale sempre lembrar os preços de novas tecnologias tendem a cair com o tempo. E que os primeiros da fila sempre pagam mais. Segundo a Consumer Electronics Association, apenas 450 mil unidades serão vendidas em todo o mundo no ano que vem.

Mas se você acha que não pode viver sem um aparelho do tipo agora, deve saber que, hoje, não há conteúdo que utiliza todo o potencial do painel, e o investimento pode ficar subutilizado.

Os discos de Blu-ray reproduzem filmes apenas em Full HD. E a BDA, entidade que trabalha os padrões do Blu-ray, ainda não anunciou quais serão as especificações para o suporte ao 4K.

Alguns estúdios, como a Sony, estão lançando filmes em Ultra HD que foram adaptados. Além do catálogo limitado, isso não é o 4K verdadeiro, pois os filmes precisam ser masterizados e armazenados com a tecnologia.

Algumas TVs, como as da LG, também tentam minimizar o problema com um recurso que adapta conteúdo (chamado de "upscaling"), mas granulações na imagem ficam evidentes.

Outra esperança para o 4K seriam os serviços de streaming oferecerem filmes e séries no formato. O Netflix promete a transmissão até o final do ano nos EUA. Os usuários precisarão ter uma conexão de, pelo menos, 15 Mbps.

No último relatório da Akamai, empresa especializada em tráfego de internet, a conexão média do brasileiro foi de 2,3 Mbps, aparecendo em 73º no ranking mundial.

Para ver a programação de canais de TV, outro problema: as operadoras só oferecem pacotes HD (720p).

Por fim, sobram os videogames: o 4K estará presente apenas na próxima geração (PS4 e Xbox One), mas a Sony e a Microsoft não deram detalhes de como isso acontecerá. Em fevereiro, a Sony declarou que, no ínicio, o PS4 não deverá ter suporte a games em 4K, o que pode mudar no futuro.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Vale do Anhangabaú e praça Roosevelt terão internet wi-fi grátis



O Pateo do Collegio, o vale do Anhangabaú e a praça Roosevelt, no centro de São Paulo, estão entre as primeiras áreas públicas da cidade que terão internet sem fio.

A prefeitura prepara licitação para criar pontos de acesso grátis em 120 locais, como praças, terminais e parques.

O edital para contratar as empresas que vão fornecer o serviço será publicado nos próximos dias, mas a Folha teve acesso ao termo de referência com as diretrizes.

As áreas do centro e mais oito praças nas zonas sul e leste vão funcionar como plano piloto. A licitação será por lotes com 18 praças cada e vai contemplar também a periferia, para reproduzir "os diferentes cenários sociais e geográficos encontrados na cidade".

O wi-fi terá que funcionar 24 horas por dia com velocidade mínima de 512 Kbps (quilobytes por segundo) por usuário para download e upload. A conexão terá que garantir acesso inclusive a vídeos e VoIP (telefonia via internet).

A velocidade mínima considera uma estimativa de usuários simultâneos em cada praça --caso mais gente use ao mesmo tempo, a banda será compartilhada.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Os asiáticos dando dor de cabeça aos Estados Unidos



Os asiáticos dando dor de cabeça aos Estados Unidos, um peixe da Ásia está afetando o ecossistema do lago artificial do Central Park, em Nova York, nos Estados Unidos. Conhecido como cabeça-de-cobra (Channa argus), ele é considerado um predador perigoso que come pequenos animais, como sapos, tartarugas e alguns crustáceos, e ainda coloca uma grande quantidade de ovos em pouco tempo.

As autoridades temem que essa espécie se alastre rapidamente, já que é capaz, sob certas condições, de respirar fora d'água por alguns dias e até de "andar" na superfície terrestre. Essas habilidades, dizem os biólogos, permitem que o peixe "mude" de um lago para outro em busca de comida, levando-o para fora dos domínios do parque.

Os funcionários planejam uma expedição nesta semana para retirar do lago todos os exemplares do cabeça-de-cobra, espécie que chega a ter quase um metro de comprimento na fase adulta e é encontrada na Rússia, na Coreia do Sul e na China.

Um grupo já espalhou cartazes pelo Central Park avisando sobre os problemas dessa espécie invasora, indicando, inclusive, que o animal deve ser "mantido dentro de um recipiente seguro" enquanto as autoridades não fazem o resgate.

"Os avisos são apenas para que as pessoas saibam que esse peixe está aqui [no Central Park] e que, se elas o encontrarem, por favor, não o devolvam para a água.  Isso ajuda a população a tomar consciência de que há coisas no lago que não deveriam estar lá", reforça à NBC Melissa Cohen, gerente do Departamento de Pesca de Conservação Ambiental.

terça-feira, 30 de abril de 2013

Hipster, O que é isso?


A bem da verdade, hipster não passa de um jeito diferente de classificar pessoas que, até há pouco, seriam tachadas de moderninhas. O termo começou a ser utilizado em Nova York lá pelo início dos anos 2000, e vem da palavra “hip”, que pode ser traduzida como inovador. “Já utilizaram termos como trendsetter, e amanhã provavelmente vai ser outra coisa”, afirma Pedro Lima, 18 anos, integrante do grupo que há dois anos mantém o blog Underaged Heartbreakers. Os posts que publica com os amigos Adler David, Spencer Quintanilha e Luana Dornelas abordam de compras a comportamento.

Não faltam na internet sites e perfis de redes sociais dedicados a tirar sarro dessa tribo. O mais famoso é o Hipster Cafona, que publica fotos das escolhas de figurino nem sempre inspiradas deles. No Twitter, tem o hilário @tiposdehispter, mantido pelos relações-públicas Fernanda de Souza Pereira e Felipe Modna. “Brincamos com o estereótipo do que virou o moderninho, que é bem blasé e se tornou uma coisa meio falsa”, explica ela.

O quarteto de blogueiros, que já chegou a cobrir uma edição da São Paulo Fashion Week para o site da jornalista Lilian Pacce, pode ser considerado uma exceção, se comparado aos demais representantes da categoria. Em geral, a tribo é vista com reservas (e comentários venenosos) pela turma fashion — mais ou menos como nos sites mencionados acima. Ainda assim, há quem credite ao espírito novidadeiro dessa turma o fato de algumas peças virarem mania — entre elas estariam os óculos modelo wayfarer e chapéus do tipo fedora. “A gente não leva a sério mesmo quem posa de hipster por aí. Ao contrário”, diz a editora de moda Erika Palomino. “O que vale hoje é uma atitude ‘efortless’. Ou seja, a pessoa que é legal sem parecer que faz força para isso.”

Ser hipster é...
Idade: 15 a 25 anos

Redutos: Bares, clubes e biroscas do Baixo Augusta, brechós, Avenida Paulista e Starbucks.

Estilo: Diferentão. Se alguém mais tem a mesma peça, perde a graça. Adoram misturar a última tendência de uma grife internacional com um broche ou chapéu que foi da bisavó.

Música: Bob Dylan, Tom Waits, bandas de rock indie como MGMT, Vampire Weekend, Two Doors Cinema Club e She & Him.

Cinema: Godard e Lars Von Trier (bem, é o que eles dizem, né?)

Musa: a cantora e atriz Zooey Deschanel, do filme “500 Dias Com Ela”

sábado, 27 de abril de 2013

6 curiosidades científicas sobre a amizade


A semana tá acabando e você, provavelmente, vai recorrer a alguns bons amigos para aproveitar os próximos dias de folga. Mas quer uma dica para decidir para quem ligar? Bom, parceiro que é parceiro boceja junto com você. E detesta seus inimigos. Entendeu? Não? Então dá uma olhada nessa lista de curiosidades científicas sobre a amizade.

FALAR MAL É O MELHOR NEGÓCIO
Se você estiver sem amigos, aí vai a primeira dica: falar mal dos outros é a melhor maneira de fazer amizade. Parece pobre, né? Mas é real. Pesquisadores americanos pediram a algumas pessoas para contar como nasceram as amizades mais fortes e como agiam, quando estavam juntos, em relação às outras pessoas (a tendência mais forte era falar mal do pessoal ao redor). Num teste final, perceberam ainda que as chances de você gostar de alguém aumentam quando os dois lados fazem os mesmos comentários sobre a vida alheia.

UM POR TODOS E TODOS POR UM
É que não adianta: inimigo do seu amigo só pode ser seu inimigo. Pessoas que dividem a mesma opinião negativa sobre alguém se sentem muito mais próximas. Segundo outra pesquisa americana, isso acontece porque dividir uma mesma opinião ruim acaba com aquele climão do primeiro encontro, quando, geralmente, as pessoas escondem seus defeitos. Falar mal sobre a mesma pessoa gera uma espécie de “subjetividade familiar”.

PROXIMIDADE MÍNIMA
Não adianta, se você não quiser deixar uma amizade morrer precisa manter contato. E isso exige tanto assim de você. Segundo pesquisa da Universidade de Notre Dame e da Pontífica Universidade Católica do Chile, se você quiser manter um amigo bem próximo, terá de ligar a ele pelo menos uma vez a cada 15 dias. E nunca, nunca deixe de retornar as ligações.

EMPATIA
Se cumprir esse trato implícito, vocês podem ser bons amigos. E compartilhar sentimentos – e bocejos! Sim, bocejo é uma demonstração de empatia. Durante um ano, pesquisadores da Itália saíram pelas ruas para observar e conversar com pessoas. E perceberam que entre amigos e parentes o bocejo é contagiante. Segundo a pesquisa, quando não há amizade, a pessoa até vê o bocejo da outra, mas não se deixa levar.

UM MILHÃO DE AMIGOS
Não, nem você, nem o Roberto Carlos vão ter um milhão de amigos. Existe um número máximo, postulado pelo antropólogo Robin Dunbar. Segundo pesquisa do antropólogo, nosso cérebro não dá conta de memorizar e manter laços com mais de 150 pessoas.

AMIGO NÃO TEM PREÇO
Tudo bem se você não chegar nem perto dos 150 amigos. Só o fato de ter algum amigo já vale a pena. Muito a pena: quase 240 mil reais por ano. Segundo uma pesquisa da Universidade de Londres, esse é o preço pelo bem-estar que seus amigos trazem. É ou não um bom motivo para marcar um happy hour nesse fim de tarde?

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Os experimentos científicos mais assustadores da historia


O terrível cão de duas cabeças



Em 1954, Vladimir Demikhov chocou o mundo ao apresentar o resultado de seu experimento: um cachorro com duas cabeças, criado cirurgicamente. Mas a monstruosidade não para por aí. O cientista não implantou apenas a cabeça, mas toda a região dianteira de um filhote no pescoço de um pastor alemão já adulto. Os jornalistas quase não conseguiam acreditar no que estavam vendo, principalmente quando os duas cabeças começaram a beber leite simultaneamente.
A União Soviética bradava o feito de Demikhov como prova da superioridade de seus médicos e, durante 15 anos, o russo criou 20 cães de duas cabeças, sendo que nenhum viveu durante muito tempo. O recorde de vida foi de um mês, já que havia uma rejeição muito grande do tecido enxertado.
Mas Demikhov não realizava esses procedimentos por sadismo. O médico foi o pioneiro nos estudos de transplantes de órgãos vitais e desejava, um dia, realizar o transplante de coração e pulmão em seres humanos. Mas quem acabou transplantando o primeiro coração humano, em 1967, foi o sul-africano Christian Barnard, que chegou a visitar o laboratório do soviético duas vezes e considerava Demikhov como um professor. 

Transplante de cabeça de macaco

Como era de se esperar, o feito de Vladimir Demikhov acabou irritando outra superpotência da época, os Estados Unidos. Por isso, na tentativa de mostrar que os seus cirurgiões eram melhores, o governo americano financiou Robert White em uma série de cirurgias experimentais que resultaram no primeiro transplante de cabeça de macaco do mundo, em 14 de março de 1970.

White e seus assistente levaram horas para realizar a cirurgia, que exigia até mesmo alguns movimentos coreografados para que pudesse ser realizada com sucesso. E eles conseguiram: removeram a cabeça de um macaco e a implantaram em um novo corpo. Quando o macaco acordou no novo corpo, ele começou a seguir o cirurgião com os olhos e a demonstrar raiva, deixando claro que não gostou do que tinha acontecido. Infelizmente, a cobaia sobreviveu por apenas um dia e meio, vindo a falecer por razões de complicações cirúrgicas.

Diferentemente do que aconteceu com Demikhov, Robert White não foi tratado como um herói pelo povo americano. A opinião pública, amedrontada pelo  experimento, condenou veemente o feito de White. Mas isso não impediu o doutor de continuar com seus estudos, chegando a sugerir a realização do mesmo experimento com cabeças de seres humanos que, pelo bem ou pelo mal, nunca chegou a acontecer. O cirurgião faleceu em setembro de 2010
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quarta-feira, 24 de abril de 2013

Brasileiros lançam game Favela Wars



A desenvolvedora brasileira Nano Studio anunciou nesta segunda (15) a liberação da versão de testes do seu game on-line "Favela Wars", que tem como temática conflitos entre policiais e traficantes no Rio de Janeiro.

Segundo a empresa, um grande número de acessos fez com que o jogo ficasse inacessível durante esta tarde. Ele deve ser normalizado "no fim do dia".

Situado na capital fluminense de 2041, o game usa modelo de estratégia, dividido em turnos. O jogador escolhe entre a delegacia e a favela como lugar de seu quartel-general e, com sua equipe, deve aniquilar todos os oponentes.

Em rápido teste, o jogo demonstrou lentidão. "Estamos afinando os últimos detalhes", disse à Folha Dan Eisenberg, diretor da Nano Studio.

O lançamento da versão estável e dos aplicativos para Android e iOS deve acontecer dentro de "três ou quatro meses", segundo o empresário.

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Livro usa a ciência para explicar os poderes de super-heróis e vilões


Livro usa a ciência para explicar os poderes de super-heróis e vilões



Uma cara de mal e seis garras mais fortes que diamante só existem para um mutante das histórias em quadrinhos. A ciência lamenta por não ter desenvolvido um material tão resistente quanto o adamantium, substância que reveste o esqueleto de Wolverine, mas Juan Scalliter, autor do livro "A Ciência dos Superpoderes", afirma que alguns pesquisadores estão se esforçando para desvendar os segredos dessa arma indestrutível. Químicos da Universidade da California, em Los Angeles, estão tentando ligações covalentes (quando um átomo compartilha dois ou mais elétrons com outros) ao introduzir átomos de uma substância nos de outra, mas os testes com o diboreto de rênio (boro com rênio) precisam de mais tempo para atingirem a firmeza desejada pelos fãs dos X-Men

Steven Rogers não se transformaria no Capitão América só com o soro que ele recebeu em plena Segunda Guerra Mundial. O coquetel de hormônios da década de 1940 provocaria muita acne, oscilações de humor e redução dos testículos do supersoldado, segundo o livro "A Ciência dos Superpoderes". Por enquanto, a genética permite um desenvolvimento muscular mais eficiente, tratamento bastante em voga entre atletas olímpicos, mesmo que não seja tão imbatível quanto o dos quadrinhos

Quando o piloto Brandon Cayce sofre um acidente aéreo mortal, ele se recusa a seguir para outro plano com a dona Morte e volta rapidamente ao mundo terreno sob a alcunha de "Deadman". E, melhor, com vários poderes sobrenaturais. Nas páginas da série da Vertigo, por exemplo, ele é capaz de apagar a memória das pessoas, algo não muito longe de se tornar realidade, segundo atuais pesquisas de neurociência com animais. Um dos jeitos de controlar a memória, é inibir a enzima PKMzeta, que atua como um adesivo das conexões neurais que foram ativadas para gravar uma recordação de uma pessoa. Ou seja, toda vez que a enzima falha na "colagem" dessas sinapses, o cérebro pode "esquecer" de datas e eventos marcantes, explica o livro "A Ciência dos Superpoderes"

Juan Scalliter, autor do livro "A Ciência dos superpoderes", não se interessou muito pelo anel superpoderoso do Lanterna Verde, mas, sim, no jeito como esse super-herói consegue obter informações importantes dos mortos. Segundo o jornalista, os neurocientistas da faculdade de Medicina Case Western, nos Estados Unidos, conseguiram armazenar lembranças no hipocampo (responsável pela memória dentro do cérebro) de um rato morto e depois recuperá-las quando estimularam as sinapses dessa região cerebral. As informações ficaram no tecido por dez segundos, "o mesmo tempo que ficam armazenadas, naturalmente, nos mamíferos, inclusive no ser humano", explica a pesquisa

domingo, 14 de abril de 2013

7 animais assustadores que são (praticamente) inofensivos



Não julgar o livro pela capa é uma máxima útil se aplicada ao reino animal. Enquanto alguns bichinhos escondem sob um manto de fofura hábitos pra lá de letais, outros feiosos e assustadores botam muito medo, mas estão longe de apresentar ameaças reais. Para ajudar você a se virar nesse mundo selvagem (vai que, né?), conheça 7 animais assustadores que são (praticamente) inofensivos:

1. Gavial

Difícil acreditar mas, caso esse crocodilo de numerosos e afiadíssimos dentes se aproximar, não precisa correr para as montanhas. Apesar do focinho longo e do corpo avantajado (ele pode chegar a atingir até seis metros de comprimento) o gavial é um predador bem menos agressivo do que aparenta. O crocodilo se alimenta apenas de peixes, insetos, larvas e rãs. Mas sua mandíbula é fina demais para comer bichos muito maiores. Tipo você.
A construção de barragens e represas e o assoreamento e transposição de rios do sul da Ásia dificultaram a vida do gavial. A espécie, que pode ser encontrada na Índia e no Nepal, é uma das mais ameaçadas da atualidade – estima-se que haja menos de 300 espécimes no mundo hoje.

2. Tubarão-elefante

Talvez seja melhor não arriscar ficar de bobeira quando o segundo maior peixe do mundo resolver dar uma voltinha com sua gigante boca aberta. Mas, a verdade é que, apesar de seus 10 metros de comprimento e aparência pra lá de assustadora, o tubarão-elefante não apresenta nenhuma ameaça aos humanos. O peixão é tão tranquilo e pacífico que não se altera nem na hora do lanchinho: o tubarão-elefante se alimenta apenas de partículas de comida presentes na água, como plâncton, pequenos peixes e ovos. Ele segue o exemplo das baleias: só abre a boquinha e deixa a comida entrar.

3. Solífugo

Eles são como “aranhas solares” ou “escorpiões do vento”. Mas não são nem uma coisa nem outra. Os solífugos são assustadores aracnídeos de oito patas que podem atingir até 15 centímetros de comprimento. Habitantes de regiões quentes e secas (como desertos, savanas e estepes), os solífugos se abrigam sob pedras, tábuas, telhas ou buracos e são ágeis corredores – podem atingir uma velocidade de até 16 km por hora! Você definitivamente não iria querer um bichinho desses no seu encalço. Apesar de não serem venenosas, essas não-aranhas podem ser agressivas e morder humanos. Vai doer – mas você vai sobreviver.

4. Aie-aie

Não basta o susto que você vai levar se der de cara com este primata: em Madagascar, única região em que pode ser encontrado, este assustador animal é considerado um sinal de mau-agouro. A superstição local descreve esse bichinho quase que como um bicho papão: segundo a lenda, o Aie-aie invade casas durante a noite e amaldiçoa todos seus habitantes usando seu longo (e esquisito) dedo do meio. Só que nada disso é verdade, claro.
Além de não possuírem poderes sobrenaturais (ufa!), estes pacíficos primatas noturnos vivem tranquilamente no alto de árvores, onde constroem ninhos feitos de folhas e galhos. O longo dedo, que inspira tanto medo, é usado pelo bichinho para se alimentar de larvas. Apesar de inofensivos, a crença popular ameaça a espécie – é comum que os Aie-aies sejam perseguidos e mortos para evitar a ~maldição~. Talvez para ajudar o bichinho esquisito a inspirar mais simpatia nos temerosos moradores da região, uma versão menos assustadora do animal aparece na franquia de filmes da animação Madagascar: Maurice, conselheiro do Rei Jullien, é um primata Aie-Aie.

5. Jamanta

As dimensões gigantescas botam respeito (e um bocado de medo): uma jamanta pode chegar a atingir oito metros de envergadura e pesar mais de duas toneladas. Mas o animal, parente das raias e tubarões e também conhecido como “morcego-do-mar”, é inofensivo. Mesmo no momento do jantar, as jamantas têm hábitos sossegados: só se alimentam de plâncton e pequenos peixes.

7. Falsa-coral

Comuns no Brasil, as falsas corais podem até botar medo, mas são inofensivas aos humanos. O nome engloba diversas espécies de serpentes que possuem padrão de cores semelhantes à coral verdadeira – cobra venenosa da qual você com certeza vai preferir manter distância. O “disfarce” natural da falsa-coral ajuda a montar uma aparência ameaçadora, mas a verdade é que esta serpente se alimenta apenas de invertebrados e pequenos répteis, e não possui presas capazes de inocularem veneno. Você já deve ter visto que, para diferenciar o perigo real do de mentirinha, basta conferir as cores: “vermelho com amarelo perto, fique esperto. Vermelho com preto ligado, pode ficar sossegado”, diz o ditado. Mas a técnica não é 100% eficaz. Acontece que existem muitas espécies de corais verdadeiras e variações genéticas que podem ser facilmente confundidas com as falsas. Não sei você, mas eu não arriscaria ficar por perto nem para testar a validade do ditado.

quinta-feira, 4 de abril de 2013

5 transtornos mentais que você provavelmente não conhecia

Dizem por aí que de gênio e louco todo mundo tem um pouco. A máxima pode estar certa – pelo menos quanto à segunda parte: um estudo conduzido pela Organização Mundial de Saúde indicou que pelo menos um terço da população mundial apresenta algum tipo de transtorno mental. O motivo pode ser o amplo leque de loucuras: desde 1952, o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (ou DSM, como é conhecido na sigla em inglês, a bíblia dos psiquiatras e psicanalistas) aumentou de 106 para 365 o número de transtornos mentais. Cientistas reveem este número para repensar os critérios que classificam alguém como maluco – é um debate que ainda vai render muito, e deixa em aberto a definição de normalidade. Enquanto não se chega a uma conclusão, conheça 5 transtornos mentais com sintomas bizarros:


1. Síndrome de Cotard

Não é preciso presenciar um apocalipse zumbi ou assistir The Walking Dead para trombar com “mortos-vivos” por aí. Os afetados pela rara Síndrome de Cotard acreditam já terem passado dessa para uma melhor. O transtorno mental, também conhecido como Síndrome do Cadáver Ambulante, faz com que a pessoa acredite estar morta, em processo de decomposição ou que simplesmente não existe. A condição foi descrita pela primeira vez pelo neurologista Jules Cotard, em 1880.



2. Síndrome de Capgras

Você já sentiu que não conhece mais aquele velho amigo? Não viu nada. Quem sofre com a Síndrome de Capgras apresenta a crença ilusória de que algum conhecido próximo – como familiares, amigos ou cônjuges – foi substituído por um impostor idêntico. Acredita-se que este transtorno mental, primeiro identificado pelo psiquiatra francês Joseph Capgras em 1923, tenha a mesma origem do Delírio de Cotard. Ambos parecem resultar da desconexão entre as áreas do cérebro que reconhecem faces e regiões que associam emoções a esta identificação. O desligamento provoca o sentimento que a face avistada não pertence à pessoa correta.


3. Megalomania / Narcisismo



Alexandre, o Grande, era provavelmente um pouco menor do que imaginava. Acredita-se que após expandir os territórios de seu reino – o que depois lhe rendeu o título de um dos maiores conquistadores de todos os tempos -, o poder começou a lhe subir à cabeça. O rei da Macedônia passou a apresentar sinais de megalomania, transtorno caracterizado por ilusões de enorme poder, relevância, onipotência e autoestima exagerada. Hoje “megalomania” não se encontra no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais – o termo é considerado um sinônimo “informal” para o Transtorno de Personalidade Narcisista. Quem sofre deste transtorno catalogado apresenta preocupação obsessiva com a maneira como os outros o veem e com aspectos que influenciam sua imagem, como poder, prestígio e aparência.


4. Mutismo seletivo
A principal característica desta condição é a inabilidade de conversar em situações sociais específicas – o ambiente escolar, apresentações em público ou até mesmo o simples fato de estar na frente de garotas, por exemplo. Este é o caso do desajustado Rajesh Koothrappali. O personagem do seriado The Big Bang Theory sabe bem o que é sofrer de mutismo seletivo: apesar de se comunicar normalmente, o transtorno impede que o cientista indiano converse com mulheres que não fazem parte de sua família – e só consegue controlar a ansiedade depois de uns ~bons drink~. Apesar de ainda não haver consenso quanto às causas do transtorno, há estudos que indicam que relações conflituosas entre filhos e pais pode desencadear a situação ainda na infância.




9. Piromania

Piromania, que deriva do grego pyr, fogo, define bem o distúrbio de controle do impulso: quem sofre deste transtorno não consegue conter a vontade de provocar incêndios. Os piromaníacos sentem fascínio pelas chamas e atear fogo ou testemunhar suas consequências é motivo de prazer, gratificação e alívio. A análise de casos clínicos indica que quem sofre com o transtorno comumente tem histórico de dependência alcoólica ou abusos.